Convém um eletrozim. Ainda mais quando ele é do bom e brasileiro.
A-Ha – Take on me (Twelves Remix)
Os Twelves já fazem algum sucesso por aqui há algum tempo, e se você ainda não ouviu, está perdendo um somzaço. Eles emplacaram um remix de Boyz, do Paper Planes da MIA, sairam nas vinhetas da MTV e, desde então, tão com a bola toda.
Formado por dois caras que nasceram no mesmo dia – 12 de julho de 1980 – João Miguel e Luciano Vieira, o som tem uma pegada 80’s e influências declaradas de MSTRKRFT, Simian Mobile Disco e Cut Copy. Depois da MIA eles já remixaram A-Ha, Groove Armada, La Roux, Black Kids, e acabaram de lançar um remix pro novo álbum do Metric – Fantasies, que saiu agorim.
Só podia ser bom mesmo.
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Myspace dos caras aqui
Mp3 via tallmansmallman
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Li na cama Robson Crusoé perfeitamente.
Daí que um designer doido pegou cinco sites que rankeavam fontes e pensou: e se fizéssemos uma tabela periódica com as melhores ranqueadas?
O tal de Cam’s tem o www.squidspot.com e me fez morrer de inveja alegria.
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“Creio que tenho prova suficiente de que falo a verdade: a pobreza.”
Eu não conhecia o trabalho de Vik Muniz e saí da exposição no sábado plenamente satisfeito. Só por cogitar a existência de brasileiro pop nas artes plásticas mais interessante que Romero Britto.
As jóias foram muitas: montinhos de materiais diversos, Elisabeth Taylor de diamantes… As crianças de açucar eram doces, mas o Pollock de chocolate foi o ápice da gula…
Agora esse Sócrates menino de rua feito com sujeira da quarta-feira de cinzas foi de matar.
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Posso cantar e beijar, mas não posso ver.
Deu até vontade de ouvir a bandinha. Badwetters é o nome.
Foi pra lista de downloads.
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As vezes cansa, né?
achei no tumblr.
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…as linhas escritas, apesar de serem muito mais freqüentes do que antes , vêm se tornando muito menos importantes para as massas que as superfícies. Não necessitamos de profetas para saber que o “homem unidimensional” está desaparecendo. O que significam essas superfícies? Essa é a pergunta do momento . Com certeza elas representam o mundo tanto quanto as linhas o fazem. Mas como elas o representam? Será que são adequadas para o mundo? E, caso afirmativo, como? Será que elas representam o “mesmo” mundo que as linhas escritas? O problema é descobrir que tipo de adequação existe entre as superfícies e o mundo, de um lado, e entre as superfícies e a linhas, de outro…
- Vilém Flusser, Linha e Superfície
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